sábado, 1 de agosto de 2009

Paris, Bruges, Amsterdã, Luxemburgo, Cidades Alemãs e ponto!





Depois desse hiato aí de mais ou menos 15 dias, vou relatar aqui o que rolou de bom na minha viagem, listando os principais lugares por onde passei. Se tiver paciência, leia todos; se não, vá para o lugar de seu interesse! :D

Paris (primeira foto: Torre Eifel)... A capital francesa é fascinante na sua parte turística. É! Só na parte turística, depois explico o motivo. Chegamos no cair da tarde e não deu pra fazer muita coisa. Então fomos direto aos três principais pontos da cidade: O Louvre (que só entramos no dia seguinte), o Arco do Triunfo e a Torre Eifel. No caminho, passamos por uma igreja fascinante e talvez não conhecida por não ser ponto turística – a igreja de São Pedro. Colunas de quase 30m de altura, detalhes em mármore e ouro, um silência instigante onde dava pra escutar meus pulmões e vitrais majestosos deixaram minha emocao (perdoem a falta do cedilha) à flor da pele. Saindo a igreja, seguimos caminho ao Louvre, olhamos de fora o vitral piramidal famoso da entrada do museu e seguimos ao Arco do Triunfo pela fabulosa Champs Élyssées (Campos Elísios). Uma espécie de parque repleto de estátuas romanas, esculturas, jardins e fontes fabulosas continuando com uma das mais ricas avenidas da Franca que recebe seu nome, terminando no imenso, iluminado e frio (no dia pegamos 14 graus!) Arco do Triunfo. Tudo muito fantástico, muita gente mesmo, turistas de todos os cantos do país. Em um certo momento, deparei-me com 5 dialetos diferentos ao meu redor! Kkkk Irado! Depois de respirar um pouco, o melhor: A Torre Eifel à noite! Uma visao realmente fabulosa! Quem tiver interesse entra no meu orkut e dá uma olhada nas fotos. Mesmo com mil fotos, somente ao vivo você terá uma nocao de como são fabulosas as milhares de luzes que iluminam a torre!
Nos dias seguintes, fizemos o resto do roteiro, dando destaque ao rio Sena (com suas pontes fabulosas), o museu do Louvre (7 horas em um museu! Mas, valeu a pena!), uma compilacao fantástica de pinturas, esculturas e arte de diversas eras e culturas (egípcios, gregos, romanos, arte medieval, italiana, espanhola etc.) que acho que todo mundo que tiver oportunidade deve ir um dia... A belíssima Notre Dame, com direito a subir na torre e ver os sinos onde o lendário Quasimodo se balancava... Moulin Rouge, que nao tem nada de interessante a não ser pela relacao com o filme homônimo... A igreja Sacré Coeur, que apesar de belíssima por dentro (pena não permitido tirar fotografias), parece a feira do rato do lado de fora, o que tira completamente o encando da igreja... A Universidade de Sorbonne... os Jardins de Luxemburgo... e outra visita à torre Eifel, dessa vez para subir. Nada de fascinante ver a torre pelo dia, mas é quase que uma obrigacão digamos, turística. Bem, a parte turística de Paris é fascinante, porque o resto da cidade parece muito com as cidades sujas do Brasil, por exemplo. Não tem beleza alguma, as ruas são muito mas muito sujas, as pessoas andam com uma sensacão de inseguranca e a cidade é toda dividida em guetos: os judeus, negros, latinos, asiáticos etc. Bem, no mais, Paris é fantástico, mas somente 3 dias são necessários para aproveitar o ar romântico e caro (!) de uma das mais famosas cidades do mundo.


Bruges e Bruxelas (Bélgica) [Segunda foto, catedral de Bruxelas; terceira foto, Canais de Bruges]... Bruges é uma cidade que fica ao norte da Bélgica e é chamada de Veneza do Norte, pelos seus inúmeros canais que cortam a cidade. É também conhecida como a cidade do chocolate... e que chocolates, hein!! É uma cidade encantada, parece que foi feita para aqueles desenhos de fadas da Disney, com casas medievais (algumas do Séc. XII), pequenos castelos, parques multicoloridos e floridos, igrejas antigas e fascinantes e muitos turistas! É uma cidade maravilhosa para se ir a dois e passar uma semana degustando chocolates artesanais, passeando de barco pelos canais e tomando um ar fresco nos parques muito bem cuidados da cidade. Por Bruxelas passamos rapidamente, olhando a catedral (que é imensa e de tirar o fôlego, como muitas que visitei nessa viagem), passeando pelo centro, galerias de lojas etc. Nao é uma cidade turisticamente atrativa, mas vale a pena passear por um dia!

Amsterdã (quarta foto, canais do rio Amstad)... Particulamente a cidade que mais gostei dentre todas que visitei. A capital da Holanda é uma cidade grande com jeito de pequena! É, meio maluco mesmo! É que apesar de ser uma capital economicamente importante à União Européia, Amsterdã é muito limpa, bem cuidada, toda entrecortada por rios e canais, florida e com muitos atrativos turísticos e lugares que, apesar de não serem dotados de multidões, merecem uma paradinha para tomar um cafezinho e apreciar as casas-barco que recheiam os canais que conectam o rio Amstad. Passamos da periferia da cidade (que é totalmente da periferia perigosa e suja de Paris, por exemplo), até o centro onde se concentram várias casinhas com arquitetura típica, igrejas monumentais, o museu de Van Gogh (um artista autodidata fabuloso, embora sua esquizofrenia ou psicose depressiva não tenha permitido que o mesmo vivesse muito tempo para expor mais do seu talento), a casa de Anne Frank (uma garotinha que escreveu um diário famoso por relatar como era a vida dos judeus que se refugiavam no subúrbio de Amsterdã durante a II Guerra Mundial. Anne morreu aos 15 anos...) e o passeio irado de barco pelos canais da capital Holandesa. Amsterdã é uma cidade para se passar tranquilamente uns 15 dias. Pois, embora não tenha tantos atrativos tuirísticos como Paris, por exemplo, é um lugar aconchegante e exemplo de cidadania e infra-estrutura para aqueles que a visitam.

Luxemburgo (quinta foto, ponte central da cidade)... Um passeio rápido por esse pequeno país, mas de enxer os olhos. Sua ponte que leva à catedral fabulosa da cidade é algo que pensei ver somente nos filmes da série Highlander! Algumas esculturas no meio da cidade, suas ruas de pedra e uma arquitetura que combina o modernismo com o contemporâneo são alguns do fascínio deste grão-ducado.

Speyer, Meinz e Wiesbaden (Alemanha) [Última foto, Igreja Evangélica de Wiesbaden]... Visitamos essas três cidades alemãs com o intuito de fazer uma viagem familiar, afinal tenho tios e primos que residem por aí. São cidades muito bem organizadas, com ciclovias, faixas de pedestre onde todos respeitam, lugares onde qualquer cidadão ou turistas pagam pelos erros que cometem; cidade limpa, onde percebe-se que os idosos são ativos e têm uma boa qualidade de vida etc. O único problema é a queda de temperatura, que sai de 30 graus pela manhã até 15 graus à noite! Hhehheehhe Mas, isso é besteira! A cerveja alemã é muito gostosa, bem mais concentrada que a brasileira, no entanto não troco uma Skol gelada na praia do Francês por nada! J Visitei uma igreja interssante em Speyer, onde no subsolo existem algumas tumbas que guardam ossadas de reis alemães e a do famoso pirata Barbarroxa! As ruas de Meinz e Wiesbaden, cidades maiores, são excelentes para os aficcionados em compras – Promocões por toda a parte e milhares de pessoas comprando. As casinhas alemãs são belíssimas e o povo alemão, apesar de um pouco mais fechado do que o festeiro brasileiro passa longe do temperamento frio que nós tupiniquins temos como imagem.

Resumindo... Voltei à L’escala, na Espanha, depois de quase 15 dias viajando sem parar por terras fantásticas. Todo mundo faz essa pergunta algum dia então já vou adiantar a minha resposta: O que tirei dessa viagem? O que aprendi? Qual foi a impressão mais marcante? Cada país tem sua cultura, sua geografia, sua política, mas as pessoas são as mesmas em qualquer lugar do mundo... choram, sorriem, sentem raiva e amor umas pelas outras e não é o fato de denominarmos um país de primeiro e o outro de terceiro mundo que irá mudar isso. Obrigado a todos que acompanharam minha viagem pelos relatos em forma de palavras. Um abraco (sem cedilha! Kkk)!























sexta-feira, 17 de julho de 2009

Barcelona - O gênio Gaudí












Já imaginava que Barcelona seria como uma fotografia panorâmica, daquelas que não se é permitido olhar por completo em uma só posição. Pois bem, a cidade é gigantesca, numa mescla verossímil de raças e dialetos de todos os cantos do mundo. Sejam as pregas epicânticas (aquele olhinho característico dos orientais) dos japoneses, os fios amarelados e a pele vermelha dos alemães ou mesmo o ar desconfiado dos mouros (como chamam os turcos, árabes etc.) vagando para lá e para cá. Não bastasse essa fantasia de babel, descobri a beleza esplêndida do Templo Expiatório da Sagrada Família, assinada pelo gênio arquiteto (arquiteto não, artista!) Antonio Gaudí. A igreja começou a ser construída em 1882, sendo posteriormente de responsabilidade do gênio catalão. O estilo de Gaudí é basicamente inspirado na geometria da natureza. Ele torna possível e palpável a imaginação de que troncos de árvore em um bosque repleto de flores e folhas entrecortadas com uma iluminação característica possam ser transformados sob o mármore, concreto e vitrais em uma igreja fabulosa. Infelizmente, em 1926 Gaudí sofreu um acidente e não chegou a ver seu universo acabado. E nem este que vos escreve! A igreja, que creio eu deve ter sido planejada para ser construída em 100 anos, não tem 60% de sua obra acabada. A isso, some-se a megalomania do catalão à destruição de seus rabiscos arquitetônicos em um incêndio proposital durante a Guerra Civil espanhola (1936). Penso que no dia em que derem por construída a igreja, o santo papa (creio que o quarto próximo…) rezará uma missa em homenagem a Gaudí e aos mais de 500 artistas que se empenham na construção rentável da obra. Fora a igreja, a arquitetura monumental da cidade, seu ar delicado, mas não menos barulhento e seus mais de 200 calçados cruzando uma passarela numa avenida a fazem fantástica e senão, uma das mais encantadoras da Europa. Pronto! E está dito: Barcelona é Barcelona. Meus olhos não podem descrever o que sua imaginação está desejando projetar! Certamente voltarei para relatar aqui a segunda parte desse conjunto de fotografias.
Sinalizando: Sábado: Paris. Segunda (21/07): Brujas, Bruxelas e Luxemburgo. Quarta (23/07): Amsterdã; Sexta (25/07): Alemanha (não sei ainda quais cidades). Um abraço!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Salvador Dalí! Um passeio por Figueras!




















Impressionante! Este é o adjetivo que usarei na postagem de hoje. A cidade visitada foi Figueras, uma das mais importantes da província de Girona. Cidade simples, sem muitos atrativos exceto pela Igreja Paroquial de San Pere (Sao Pedro) e pelo explêndido museu de Salvador Dali. A igreja data mais ou menos do século XII e apresenta um estilo gótico caracteristico, com seus arcos de pedra e nave única, retalhada com vitrais coloridos. Algumas características se somam nas igrejas européias, porém cada uma é singular, momento único, digno de um espetáculo em mescla de sombra e luzes como pouco havia visto. Procuro aqui mostrar a você nao muito da história, pois certamente poderia fazê-lo na internet (Salve Google!); mas sim retratar o que meus olhos viram e enviaram ao meu cérebro, o conjunto de emoçoes que foram processadas. Gostaria que você, ao ler, tenha ao menos uma amostra das sinapses repletas de informaçoes que como pinturas as lentes dos meus olhos captaram. E nao sao míopes, nem hipermétropes, mas sim precisas em cada pixel de definiçao.
Bem, chega de besteira e vamos ao proximo: O museu do pintor Salvador Dalí (1904-1989)! Salve Dalí, pois se nao fora ele certamente ninguém saberia nem pronunciar a palavra Figueras! O pintor, famoso por seu surrealismo, foi um aficcionado pelo cérebro humano e poderia chamá-lo de simbolista, visto (como você pode constatar no meu orkut nas mais de 100 fotografias que tirei do museu do artista) que sua arte retrata vários significados, às vezes escondidos, d’outras expostos até demais. Nao usarei de mais adjetivaçoes. Você mesmo tire suas conclusoes. O único pecado do museu foi nao colocar como fundo musical algum álbum do Pink Floyd! Ajudaria na construçao da fantasia se tal quadro seria um rosto, uma praia, um sonho ou apenas um relógio marcando o tempo em uma dimensao qualquer da cabeça de Dalí. Cada um enxerga o que quer. Adeu!












domingo, 5 de julho de 2009

Viva France! Um passeio pelo sul da costa.











Pois bem, terminando hoje, exatamente 1.11h do dia 6 de Julho, esse post cheguei à conclusao que é tarefa de portugues acumular várias publicaçoes (portugues mesmo! A fila para passar pela fiscalizaçao em Lisboa tinha um formato que dava uma aparência quilométrica!) e, como havia dito no passado, escreverei sempre que tiver material ou vontade, mesmo! :)
Hoje o passeio terminou no sudoeste francês, costa banhada pelo Mar Mediterrâneo (É! Esse mesmo da primeira foto do blog!). Um passeio muito lindo e com um azul que nao sei descrever de tao profundo e vivo que era! Abuso mesmo as exclamaçoes, pois seria um pecado usar ponto final ou ponto e vírgula para adjetivaçoes tao imponentes que meus olhos viram hoje!
Depois fomos a uma cidadela próxima. Praias com mar azul, mas longe do turquesa das praias cataluñas de Pals. Parei para comer um prato típico daqui do mediterrâneo - Calamares com arroz e batatas fritas... Uma delícia! No bar, um simpático francês que já morou no Brasil bateu um papo com a gente
As fotos falam por si só. Caso queira dar um zoom, vai lá no meu orkut (César Araújo) e copia. Passamos também pelos vinhedos do sul francês. Bonito e simples. Ponto.
O mais impressionante, sem dúvida, foi minha sessao de fotos clandestinas na cidade de Perpingan, cidade que data do século XIV creio eu e nao tem nada de muito extravagante. Pois bem, entrei na igreja de San Joán e para minha surpresa nao tinha ninguém que impedisse umas fotografias... Que lugar, hein! Tirou meu fôlego. Sei que é só o começo. Segundo meu padrasto, ainda veremos coisas muito mais bonitas, mas essa me chamou a atençao. Em um salao acima do altar magnífico tinha um órgao enorme e de aparência bem antiga. O músico tocava as notas com maestria enquanto um outro com um sax alto o acompanhava. Nao precisava de amplificadores... A igreja enorme, com seu teto de mais ou menos 30m e sua vidraçaria multicolor reverberavam o som excêntrico e usavam do silêncio escondido nas pedras antigas a base rítmica que lhe faltaria pela ausência de percussao. Incrível. As fotos estao escuras, pois além da ausencia de flash, ficava receoso que alguém notasse que estava infringindo a lei de nao fotografar.
Chega por hoje! Obrigado por seguir entrando, lendo e comentando. Pode divulgar o blog. O interessante é que aqui voce pode dar sua opiniao sobre o que gostaria que eu comentasse e mostrasse (visual ou verbalmente) dos lugares que sinalizo. Sinalizando: Montgot (Alt Empordá), Roses, Figueres (cidade de Salvador Dalí) e Barcelona!

Girona - algo bonito de se ver











Girona é a principal cidade da comarca del Gironés e data mais ou menos de 77 a.C. É uma linda cidade, referência comercial e funciona como uma espécie de pólo para as cidades cirunvizinhas. É cortada pelo rio Oñar, como mostra a quarta foto e leva consigo o aspecto característico das casas ribeirinhas de Girona.
A igreja da terceira foto é a de San Feliú de Guixous - muito bonita, mas infelizmente estava fechada. A outra igreja (segunda foto) é a catedral de Girona (ou de Santa Maria) que consta de estilos de construçao barrocos, romanico, gótico e renascentitas (a wikkipédia ajuda pra caralho!!!). Entrei nela, mas tinha um bosta que me impediu de tirar fotos! A impressao que tive foi de estar em um lugar mais que sagrado - constituído de muita história e uma riqueza fora do comum. Teto enorme e cheio de arcos, vitrais majestosos em mosaico e detalhes esculpidos em ouro; para fechar, as pedras gigantes cercando as paredes e um altar magistral! Nao esquenta que em Parpingnan, no sul da França, eu entrei numa igreja e tirei fotos clandestinas! Kkkkk
A primeira fotografia é de uma figura que encontrei na rua de um bairro Judeu (Sim! Muitos judeus se refugiaram em cidades cataluñas como Girona). Esse instrumento que ele toca é como se fosse uma percussao, mas emite notas distintas que reverberam e parecem o som de um xilofone. É algo fantástico para se ouvir. Conversando com ele descobri que o mala é baiano! Kkkkk... Pena que logo depois dois policiais o abordaram para checar documentos... E como acho que ele estava ilegal, deve ter dançado o Tchan literalmente! KKkkkkk
No mais, a impressao que tive de Girona é de que é uma cidade que vale muito a pena visitar, tanto pela sua história (que permeia a vida de judeus, árabes e os romanos em sua época de apogeu) como pelos seus bairros sinistros rodeados de pedra e seus detalhes arquitetônicos que contrastam vários estilos de épocas diferentes. Até o próximo! Adeu!

Peratallada - Dia 3







Peratallada - Decidi que irei postar quase todos os dias ou pelo menos sempre que tiver vontade! É muita coisa, muita foto, muitas informaçoes. Àqueles que quiserem mais fotos, meu orkut tem uma porçao delas... Pois bem, o nome desse lugar é, aportuguesando, 'Peratalhada'... Soa como Serratalhada em Alagoas, né?! Kkkkk A cidade fica na comarca de Bajo Empurdá, a alguns quilometros de onde estou (L'escala - Alt Empurdá). É considerada pela wikkipedia (kkkkkkkkkkkk) um dos conjuntos medievais mais bem conservados e importantes da Cataluña. A foto mostra bem a arquitetura, nao?! Data mais ou menos do século X. A impressao que tive era de estar naqueles filmes dos Mosqueteiros (e nao tem nada a ver, pois o romance de Alexandre Dumas se passa em Paris, onde relatarei daqui a algumas semanas). Cidade linda, sinistra, murada, cheia de história. Eu nao parava de tirar fotos e nem me importava com os 38 graus no meu quengo! :) A primeira foto é da Igreja de San Estev de Peratallada; a segunda é uma construçao medieval. Vamos ao resto!






sexta-feira, 3 de julho de 2009

Viva Euro!



Chegando...





Viagem tranquila, sem mais problemas, exceto pelo longo trajeto Salvador-Lisboa... 8 horas sentado numa cadeira de aviao (perdoem-me a falta do sinal 'til', o computador catalao nao tem! kkkk)! O primeiro destino: L'escala, na comarca de Alt Empordá, Cataluña, Espanha. Aqui, o idioma principal é o catalan, mas pode-se comunicar em espanhol; e a diferença de fuso horário é de 5 horas a mais em relaçao ao de Brasília.
A primeira surpresa: a vista do apartamento - Até entao nao tínha idéia de quao limpo e azul era o mar. Escrever daqui da varanda, na costa da cidade, nao vai ser grande problema. Vale realmente a pena ficar pensando na palavra 'férias' a cada momento da viagem. E o melhor: É somente o início!
Hoje, no segundo dia de viagem, um banho nas águas claras de Pals, balneário da costa de Alt Empordá. Muito refrescante, areia limpinha e grossa pelo cascalho e alguns castelos à vista! É, castelos! Impressionante quando a natureza das águas do Mediterrâneo encontra a história das construçoes medievais. Mais tarde, um passeio no centro para conhecer um pouco mais da cidade de L'escala.
Pois bem, chega de escrever. Pra você que está lendo esse primeiro, a cada 3 dias ireia postar meu itinerário aqui no velho mundo! Só um pedido: Que você deixe um comentário para que o Viva Euro torne-se mais interessante e interativo nos seus 40 dias de vida! Quando usar a palavra sinalizando significa quais serao os provaveis lugares pelos quais passarei nos proximos dias. Entao, vai aqui a dica: Sinalizando... Girona (Alt Empordá) e Perpignan (sul da costa francesa). Adeu (tchau)!